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segunda-feira, 22 de julho de 2013
Câncer de estômago – A dificuldade do diagnóstico precoce
O estômago é um órgão que tem a forma de um saco, contém os alimentos e é onde começa a digestão com auxílio do suco gástrico. O Câncer de estômago ou câncer gástrico é gradativo, ele se forma ao longo de muitos anos. Antes do câncer aparecer, percebem-se alterações e sintomas que podem ser confundidas com outras doenças do aparelho digestivo gerando a dificuldade de um diagnóstico precoce.
O câncer de estômago pode acometer tanto pessoas mais jovens quanto pessoas acima dos 40 anos. Nos mais jovens, a doença não está relacionada a fatores ambientais e à dieta, mas a fatores genéticos predisponentes. Este câncer apresenta alguns sintomas tais como perda de peso, dor abdominal, falta de apetite, azia, indigestão, náuseas, vômitos, etc. Porém é importante lembrar que estes sintomas não significam que o paciente está com câncer, mas sim que deve ir ao médico para verificar a existência de alguma disfunção no sistema digestivo.
Existem quatro tipos de câncer de estômago. Adenocarcinoma é o mais comum e se desenvolve nas células da camada interna do órgão. O Linfoma é quando os cânceres do sistema imunológico são encontrados na parede do estômago. Já os tumores gastrointestinais são mais raros e se iniciam nas células da parede do estômago denominadas células intersticiais de Cajal. E os tumores carcinóides que se iniciam nas células que produzem hormônios no estômago, a maioria desses tumores não dissemina para outros órgãos.
No caso de diagnóstico positivo para o câncer, venha o conhecer o GAPC – Grupo de Apoio a Pessoas com Câncer, temos como objetivo ajudar a melhorar a saúde e qualidade de vida dos assistidos.
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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Você sabia da importância de realizar uma avaliação dentária antes de iniciar o tratamento do câncer?
As complicações bucais são bastante
frequentes após o tratamento oncológico. No entanto, a palavra-chave é
prevenção. Todos pacientes que serão submetidos a algum tratamento
oncológico (cirurgia, radioterapia e quimioterapia) devem passar por uma
avaliação odontológica prévia com a finalidade de eliminar focos de
infecção, receber orientações de possíveis complicações bucais e
estabelecer condutas preventivas.
De maneira
geral, recomendo que todos os pacientes que se submeterão a tratamento
contra o câncer como, por exemplo, a quimioterapia ou a radioterapia,
visitem antecipadamente um dentista a fim de eliminar possíveis focos de
infecção e orientar os cuidados bucais de higiene para evitar possíveis
complicações do tratamento.
Mesmo aqueles
pacientes que não tiveram essa avaliação odontológica prévia podem ainda
se beneficiar com uma consulta durante a internação ou nos intervalos
entre os ciclos de quimioterapia.
Dr. Marcos Curi
Cirurgião Buco-maxilo-facial, estomatoterapeuta
Colaborador convidado pelo Instituto Oncoguia
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