quarta-feira, 18 de abril de 2012

O Câncer é Hereditário?





Quando se fala de câncer hereditário deve-se esclarecer que nos referimos à predisposição de ter a doença, no caso do pai ou da mãe possuírem um determinado tipo de tumor.

Existem muitos tipos de câncer, e em alguns deles há uma clara relação com fatores ambientais, como o câncer de pulmão e o hábito de fumar, o câncer de pele e a exposição excessiva ao sol. Outros, porém, estão vinculados à questões hereditárias. No caso do câncer de mama, as filhas de mulheres que tiveram este câncer, possuem maior predisposição de tê-lo.

Cabe ressaltar que o câncer é um amplo grupo de doenças que se caracterizam pelo crescimento descontrolado de células anormais. Enquanto as células normais se reproduzem de maneira ordenada e crescem com um propósito - como, por exemplo, cicatrizar feridas - as células cancerosas crescem sem nenhuma razão especial, multiplicam-se sem controle, destruindo tecidos sadios e podem disseminar-se por diversas partes do corpo.

No homem os tumores mais comuns são os de pele, próstata, pulmão e cólon ou reto. Nas mulheres, são os de pele, mama, cólon, reto, pulmão e útero. Para ambos os sexos combinados, os tipos mais comuns são os de pulmão, cólon, reto e de pele.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Exercícios físicos melhoram a saúde de pacientes com câncer


Pacientes com câncer que participam de programas de exercícios físicos regulares apresentam melhorias significativas na saúde física e mental, de acordo com pesquisadores canadenses da Universidade de Alberta e do Alberta Cancer Board.
O diagnóstico de câncer e seu tratamento são geralmente associados a efeitos colaterais negativos, que diminuem a qualidade de vida. Acima de tudo, os estudos demonstraram consistentemente que exercícios físicos após o diagnóstico de câncer trazem um efeito positivo para a qualidade de vida, incluindo bem-estar físico, funcional, psicológico e emocional.
Foram avaliados casos de câncer de mama, leucemia, tumores sólidos, câncer de cabeça e pescoço, de colo-retal e da infância. 
Pacientes que fizeram uso de bicicleta ergométrica, caminhada ou exercícios de resistência foram acompanhados durante um mínimo de 12 semanas até um ano.
Os pacientes demonstraram melhoras significativas em medidas físicas, como estamina, força muscular e dor, bem como em fatores psicológicos como ânimo, auto-estima e satisfação com a vida.
Porém, os pesquisadores advertem que os efeitos dos exercícios podem não ser extensivos aos outros tipos de câncer que não tenham sido avaliados, tais como próstata, pulmões, rins, bexiga e útero.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Chocolate ajuda a combater câncer de intestino


Pesquisadores da Universidade de Georgetown, nos Estados Unidos afirmam que o chocolate pode servir para combater o câncer de intestino, segundo o britânico Daily Express. Algumas moléculas presentes no cacau, chamadas de procianidinas, possuem propriedades antioxidantes, que serviriam para proteger as células das degenerações do tumor.
Ainda de acordo com a publicação, os cientistas conduziram uma série de testes com uma versão sintética das procianidinas chamadas GECGC, substância presente nas barras de chocolate Mars, empresa que ajudou a financiar a pesquisa, examinando os efeitos em células afetadas por 16 tipos diferentes de tumor.
Os resultados mostraram que o GECGC atua positivamente sobre quatro tumores, especialmente sobre duas variedades de câncer de intestino, em que a substância conseguiu desacelerar 50% o crescimento do tumor.
"Nós todos ouvimos falar que o chocolate faz bem. Agora esse estudo parece indicar o porquê", disse Min Kim, o cientista que conduziu o estudo publicado na revista científica Cell Cycle.
As doses de GECGC utilizadas nos experimentos eram bem similares às quantidades de procianidina que alguém ingere se come um chocolate ocasionalmente. A descoberta é o mais recente benefício do chocolate descoberto.
Cientistas alemães deram esperanças às vítimas de diabete, ao anunciar que uma fórmula da cacau enriquecido pode reverter danos em artérias.

quarta-feira, 28 de março de 2012

O câncer e o coração


Tumores não originados no coração mas que o atingem.
A maioria dos tumores do coração não tem origem no próprio coração, pois são mais freqüentemente oriundos de tumores à distância (metastáticos). Podem atingir o coração por via hemática (a maioria) ou por via contígua, quando se originam em tecidos vizinhos do coração e o invadem.
Qualquer tumor pode atingir estruturas do coração. Os mais freqüentes são o câncer de pulmão, de mamas, melanomas, leucemia e linfomas. Nas autópsias encontram-se desde 1 até 20% de comprometimento do coração pelo câncer. Nos melanomas, essa freqüência chega a 60%.
Os sinais e sintomas produzidos por tumores metastáticos no coração são semelhantes aos dos tumores benignos, mas essas manifestações muitas vezes não são registradas, tanto pelo paciente como pelo médico, porque as produzidas pela doença primária geralmente predominam o quadro clínico.
A hipercoagulabilidade do sangue, uma tendência aumentada do sangue de coagular e formar êmbolos, está aumentada em pessoas portadores de tumores. Isso pode obstruir vasos em qualquer parte do organismo, dependendo os sintomas dos vasos obstruídos.
Existe ainda uma tendência aumentada nos portadores de câncer, principalmente os cânceres originados no sistema digestivo, para a instalação de endocardite trombótica não bacteriana. Uma outra maneira do câncer comprometer o coração são as conseqüências do tratamento.
A radioterapia pode comprometer as coronárias por promover a arteriosclerose. Pode também causar dano ao músculo cardíaco, provocando a miocardite actínica. Ao atingir o pericárdio pode provocar pericardite. A radiação atinge tanto as células doentes como as sadias.
A quimioterapia, principalmente daqueles cânceres que melhor respondem a esse tratamento, pode provocar dano considerável ao coração. As conseqüências da quimioterapia costumam se manifestar no coração tardiamente, quando a doença básica está curada ou em estágio paliativo prolongado. Quem deverá pesar os prós e os contras na escolha de qualquer tratamento e seus eventuais riscos e benefícios, é o médico responsável pelo paciente.

quinta-feira, 22 de março de 2012

O que é prevenir o câncer?

Prevenção em câncer é reduzir a possibilidade do aparecimento de qualquer tipo de câncer.
Como fazer isso?

Existem diversas atitudes que qualquer pessoa pode incluir no seu dia-a-dia, que funcionam para diminuir o risco de tumores. Por exemplo: 

Evitar contato com carcinógenos (substâncias que causam câncer), por exemplo, evitar o contato, sem proteção, com alguns solventes utilizados na indústria, para prevenir câncer de pulmão, orofaringe (boca e garganta) e bexiga.

Modificar hábitos de dieta ou de vida que alterem uma predisposição genética a um determinado tipo de câncer, por exemplo, evitar o fumo (uso de tabaco) em qualquer uma de suas formas ou a ingestão de grandes quantidades de bebida alcoólica, para prevenir câncer de pulmão, esôfago e orofaringe;

Evitar uma exposição ambiental que esteja relacionada a uma maior incidência de um determinado tipo de câncer, por exemplo, evitar a exposição ao sol nos horários em que os raios ultravioleta estão mais fortes, como das 10 às 16 horas, para prevenir câncer de pele.

Alterar o efeito de determinada substância sobre um determinado órgão que poderia estar relacionada a um determinado tipo de câncer, por exemplo, o uso de antiestrogênios, para prevenir câncer de mama.

Tratar lesões pré-malignas, por exemplo, retirar lesões do colo uterino antes que se tornem malignas, para prevenir câncer de colo uterino.

Praticar exercício físicos regularmente e manter uma dieta saudável, também são importantes ações para prevenir qualquer tipo de câncer. 
Todas essas medidas são baseadas em vários estudos científicos, nos quais se observou ou se testou uma determinada atitude que se mostrou efetiva na diminuição do número de novos casos de câncer.
Estes estudos são muito difíceis de ser realizados não só pelo seu custo, mas também por dificuldades metodológicas específicas de se poder afirmar que determinado elemento está relacionado diretamente com a causa de uma específica doença. Porém, eles são muito importantes e extremamente proveitosos se forem comparados com o custo médico e pessoal que está envolvido no fato de uma pessoa receber o diagnóstico de que está com câncer.