sexta-feira, 9 de agosto de 2013

FAPI e GAPC promovem ação social em Moreira César

A FAPI – Faculdade de Pindamonhangaba, juntamente com o GAPC – Grupo de Apoio a Pessoa com Câncer, levam ao bairro Cícero Prado, um dia de lazer e cidadania. Esta ação acontecerá na Avenida Benedito Bernardo, próximo ao Centro Comunitário da Liberdade, no dia 10 de agosto (Sábado) das 9h às 16h.

Serão desenvolvidas diversas atividades na área de educação, salão escola, cultura, cidadania e saúde. No local terá também o ônibus consultório do GAPC, onde serão feitos exames de rastreamento e orientações sobre o câncer bucal.

O GAPC se preocupa em informar à população. Já que, quando a doença é descoberta no início, maiores são as chances de cura e facilidade no tratamento.

Qualquer pessoa maior de 18 anos com diagnóstico comprovado pode ser atendida pelo GAPC Taubaté, que fica na Rua Souza Alves, 369 – Centro, tel.:(12) 3622-6665.


quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Qualidade de Vida

Ao contrário do que muitos pensam, é possível sim manter a qualidade de vida após o diagnóstico de câncer. Veja como:

 1. Mantenha-se ativo e busque outros focos de atenção que não a doença, comece um hobby, algum trabalho, algo a que se dedicar, algo que te faça bem e que você goste de fazer.

2. Adote uma dieta balanceada, evite comidas gordurosas e fritas, visite o nutricionista, não consuma bebida alcoólica ou cigarro.

3. Na medida do possível, pratique exercícios físicos, escolha o que mais lhe agrade, além de fazer bem para a mente também fará bem ao corpo.

4. Fique perto das pessoas que você ama e que te fazem bem!

5. Se dedique a beleza, não deixe de lado depois do câncer. Existem sites de moda e maquiagem especial para pessoas com câncer.

6. Cuide das suas emoções. Uma dica é fazer sessões com um psicólogo. Participe de grupos com outros pacientes.

7. Mantenha-se informado sobre o seu tipo de neoplasia, faça pesquisas e saiba que é possível sim superar o câncer!


terça-feira, 6 de agosto de 2013

O cigarro não me representa!



O câncer de pulmão é o que mais mata no mundo. São aproximadamente 1,4 milhão de mortes todos os anos. No Brasil, anualmente são cerca de 4 mil mortes por câncer de garganta. Esses números são altos porque ainda existem muitos fumantes. Cerca de 15% dos brasileiros usam tabaco.

Por isso no mês de agosto o GAPC – Grupo de Apoio a Pessoas com Câncer realiza a campanha de combate ao tabaco. É preciso lembrar que o câncer é um mal previsível para todos aqueles adeptos do tabagismo. Quem fuma vive menos, e tem de 20 a 30 vezes mais chances de desenvolver uma neoplasia maligna.

O Tabagismo esta relacionado a diversos tipos de câncer, tais como de boca, pulmão, laringe, bexiga, pâncreas, faringe, esôfago e colo do útero. 37% dos casos registrados de neoplasia são causados pelo uso contínuo do cigarro. E além do câncer, o fumo está diretamente ligado com outras diversas doenças, como por exemplo, a tuberculose, gastrite, bronquite, etc. Também é comum os fumantes largarem o cigarro industrializado e partirem para outras formas de consumo do tabaco, como charutos, cachimbos, narguilés e cigarrilhas, que também são perigosas e prejudicam gravemente a saúde.

É preciso conscientizar a população, para que cada vez mais diminua o número de fumantes no país. E por isso o GAPC escolheu como frase tema da campanha contra o tabaco: “O cigarro não me representa!”. Vamos levantar nossa voz e protestar contra o câncer.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Ostomias e as bolsas coletoras


A ostomia é uma cirurgia para construção de um novo trajeto para saída das fezes ou da urina. Existem três tipos, a colostomia é quando a ostomia é realizada no intestino grosso e as fezes são mais consistentes. Já a ileostomia é no intestino delgado, com fezes líquidas ou semipastosas. E a urostomia é um estoma colocado para a saída da urina.

Para cada tipo de estoma existe um modelo de bolsa coletora diferente. Basicamente, existem dois tipos principais, as que coletam fezes e as que coletam urina. Essas bolsas podem ser drenáveis ou não drenáveis, considerando a sua forma de descartar os dejetos fecais. As drenáveis tem uma abertura na extremidade inferior por onde são esvaziadas, periodicamente, e costumam durar mais. A vantagem é que reduz as lesões na pele. Para os ostomizados (pessoas que possuem ostomia), quanto menor o número de trocas de suas bolsas coletoras, menor serão os danos a sua pele. As bolsas não drenáveis são fechadas, o que não possibilita o esvaziamento constante. Ela deve ser trocada sempre que estiver com 1/3 da sua capacidade cheia ou quando achar necessário.

O paciente ostomizado pode continuar usando as mesmas roupas, já que os dispositivos são praticamente imperceptíveis. Durante o banho é necessário proteger a bolsa com plástico e fitas adesivas para ter uma maior durabilidade.

As causas para a realização de uma ostomia podem ser principalmente inflamatórias, como doença de Cronh e colite ulcerosa, ou podem ser para a remoção de um câncer, como o câncer de cólon, câncer de reto e câncer de bexiga.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Amamentação ajuda a prevenir o câncer de mama

Já está comprovado que a amamentação pode oferecer inúmeros benefícios à saúde da mãe e do bebê. E a prevenção do câncer de mama é mais um deles. Estima-se que o risco de contrair a doença diminua 4,3% a cada 12 meses de duração de amamentação. Essa proteção independe de idade, etnia, paridade e presença ou não de menopausa. Além disso, o leite materno também protege a criança de um eventual câncer de mama na fase adulta.

Segundo o técnico da Divisão de Apoio à Rede de Atenção Oncológica do Inca Ronaldo Corrêa, existem vários estudos realizados nos últimos 30 anos mostrando uma associação entre a amamentação e a prevenção do câncer de mama. “Existe uma correlação de tempo da amamentação. Ou seja, quanto mais a mulher amamenta e por mais tempo – se ela teve dois, três partos, e nesses partos ela amamentou durante muito tempo – ela diminui o risco em comparação com mulheres que não tiveram tantos partos e não amamentaram por tanto tempo”, afirma.

Além disso, pesquisas comprovam que países menos desenvolvidos têm menos casos da doença. “As populações dos países menos desenvolvidos são as que têm mais filhos e amamentam mais. E os estudos mostram: a incidência de câncer de mama nesses países é menor. É claro que há exceções, como no Japão, onde a prática e o tempo da amamentação são altos. E, dentre os países desenvolvidos, é o que talvez tem a menor taxa de incidência de câncer de mama”.

A justificativa para tal proteção ainda não foi completamente comprovada, mas já há várias teorias para isso. “Tem uma que afirma que enquanto a mulher amamenta, ela bloqueia os ciclos ovulatórios, diminuindo a sobrecarga hormonal. Ou seja, ela deixa de produzir um quantitativo maior de hormônios femininos nessa fase. Então isso poderia ser uma explicação, visto que uma grande parte do número dos casos de câncer de mama tem relação com hormônio feminino”, explica Corrêa.

Outra explicação plausível é que durante a amamentação a mulher perde peso. “O excesso de peso é um fator de risco para o câncer de mama. Então amamentando durante muito tempo a mãe tem uma perda maior de peso e essa perda seria um efeito protetor contra a doença”, diz o técnico do Inca. Outra teoria seria o fato do leite circular pelos ductos mamários, removendo agentes cancerígenos da superfície das células ductais.

O câncer de mama é o segundo mais comum no mundo e o mais frequente entre as mulheres, com uma estimativa de mais 1,15 milhão de novos casos a cada ano, e responsável por 411.093 mortes a cada ano. No Brasil, estimam-se 52.680 novos casos em 2012/2013.


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