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sexta-feira, 21 de junho de 2013

Vivendo com câncer: Sexualidade é qualidade de vida


A sexualidade é um item importante para a construção de uma boa qualidade de vida, mesmo durante o tratamento contra o câncer. Às vezes, o paciente passa a se preocupar mais com a sua saúde, exames, medicações, cirurgias, quimioterapia e radioterapia, e acabam deixando um pouco de lado a sua vida sexual.

Quando uma pessoa recebe a notícia do câncer, é uma grande surpresa que pode gerar alguns transtornos. Além do tratamento, o paciente pode ter problemas psicológicos como depressão, rebeldia, negação, dificuldade na comunicação, entre outros. A pessoa geralmente fica pessimista, pois não conhece bem os avanços tecnológicos na medicina oncológica.

A quimioterapia e seus efeitos colaterais são responsáveis pela diminuição da libido (desejo sexual), isso pode ser amenizado ou eliminado com apoio psicoterápico. O dialogo aberto com o parceiro nesta etapa é fundamental. São variadas as alterações hormonais que interferem no comportamento sexual, sendo diferente para cada paciente. Nas mulheres, por exemplo, pode ocorrer também amenorreia (ausência da menstruação) ou diminuição na lubrificação vaginal. Nos homens com câncer de próstata, há a prevalência de disfunção sexual. E em ambos os sexos existe a perda do apetite para o sexo.

Essas mudanças no organismo exigem cuidados especiais, o primeiro passo é procurar o médico especialista. Dependendo do caso, o mais indicado é fazer um acompanhamento psicológico, individual ou em casal. Saber que profissional de saúde procurar, que tratamentos podem ser feitos são informações essenciais para quem deseja viver essa fase da vida com tranquilidade.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Câncer e Sexualidade

A sexualidade é um dos pilares para a construção da boa qualidade de vida. Durante o tratamento contra o câncer, o paciente vive situações físicas que podem interferir na sua sexualidade. Muitos desses transtornos são passageiros e outros podem ser diminuídos ou eliminados com apoio psicoterápico.

Durante a quimioterapia, é possível que os efeitos colaterais diminuam a libido. As consequências não são iguais para todos, mas eventuais alterações hormonais podem influir no comportamento sexual. Nas mulheres, por exemplo, pode ocorrer também amenorréia — ausência de menstruação - ou diminuição na lubrificação vaginal. Essas mudanças no organismo exigem cuidados especiais.

Saber que profissional de saúde procurar, que tratamentos podem ser feitos são informações essenciais para quem deseja viver essa fase com tranquilidade.

Os incômodos provocados por essa fase do tratamento causam, em geral, ansiedade e até mesmo depressão. Por intermédio de orientação terapêutica esses problemas podem ser superados com relativa facilidade, afastando-se ou reduzindo a possibilidade de evoluírem para um quadro mais grave de depressão.

As modificações no organismo durante o tratamento e o estado de espírito do paciente acabam trazendo consequências para a vida do casal. O apoio médico e psicoterápico poderá ajudar os dois a superar as dificuldades e encontrar novas formas de convivência íntima igualmente satisfatórias.

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